terça-feira, 10 de março de 2015

Dia da Mulher

Este é daqueles dias que acho importante assinalar. Com tantas notícias sobre retrocessos na condição social das mulheres em todo o mundo, são importantes as oportunidades para combater estereótipos.

Modelos de mulher: mulher-adulta e mulher-menina


Como são as mulheres?










segunda-feira, 9 de março de 2015

Arroz

De onde vem o arroz?
Há muito tempo que esta pergunta está escrita no quadro, à espera...
Hoje a Sara trouxe arroz e iniciou-se um novo projeto.
Isto é arroz?
Descascar
Olha, arroz!

Bolo de pedras e ervas

Hoje no espaço exterior um grupo de meninas chamou-me para me mostrar o seu bolo de pedras (brita do pavimento) e ervas. É fantástica a capacidade das crianças para encontrar respostas para as suas necessidades.

Cara de mãe, ou cara de avó?

Já aconteceu na semana passada, mas faltavam as fotos.
Estávamos a conversar e um menino perguntou-me:
-Quantos anos tens?
-Sou mais velha ou mais nova que a tua mãe? O que achas?
-Hum, não sei...
-Tenho cara de avó, ou cara de mãe?
-Hum...
-Tenho 52 e a tua mãe?
-Não sei!
Os meninos foram para casa nesse dia com a tarefa de saber a idade dos pais.
No dia seguinte a Ofélia passou para uma tabela a informação que trouxeram e lançou o desafio de fazer um gráfico de barras da idade do pai. Foi um desafio difícil: procurar na tabela a coluna do pai, contar as linhas, pintá-las... A Ofélia ajudou de vez em quando, mas foi pouco. O mais difícil, para alguns meninos, foi passar do 30 na contagem. Nalguns gráficos há erros que foram descobertos e discutidos.
Descobrimos o pai mais velho, o pai mais novo, os pais da mesma idade e concluímos que são todos mais novos que a Ofélia!

sábado, 7 de março de 2015

Experiências doidas

Foi na quinta-feira. Apanhámos um limão quando fomos à horta. O limão é doce ou amargo? Muitos meninos teimavam que era doce porque estava maduro. Experimentámos, claro. Tadinhos!

Partes constituintes de uma planta

Como arrancámos plantas velhas na nossa horta, para semear novas, aproveitámos para estudar a nossa couve gigante.

O Nabo Gigante

Esta é uma história que, para ser compreendida a sua moral,  implica um desenvolvimento que as crianças mais novas ainda não possuem. É frequente preferirem a explicação fantasiosa de que o rato é muito forte, em vez da explicação objetiva de que a pouca força do rato faz a diferença quando somada à de todos os outros personagens da história. Mas a infância é isso mesmo, um tempo  em que a fantasia e a realidade não têm fronteiras muito definidas. Cabe aos adultos apoiar o desenvolvimento das crianças estimulando em simultâneo estas duas formas de compreensão do mundo.
Os Macaquitos adoraram a história dramatizada pelos alunos do 3º ciclo da escola. E, nem de propósito, no mesmo dia estivemos a preparar a nossa horta e a arrancar plantas velhas. Para arrancar uma couve tivemos que nos juntar todos e puxar ao mesmo tempo.