terça-feira, 3 de março de 2015

Recolha de material elétrico

Os alunos do 8º ano, com o apoio da sua professora Isabel Pancas, vão desenvolver um projeto de recolha de material elétrico (aparelhos avariados) e pilhas. Toda a escola vai ser envolvida e precisa-se da colaboração de todos. A possibilidade de ganhar um prémio depende da quantidade de material recolhido.
Aqui fica o registo da descrição do projeto aos Macaquitos, feita pelos alunos.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Calçada à portuguesa

E as nossas pedras pretas e brancas transformaram-se numa calçadinha, fomos calceteiros de faz-de-conta.
Primeiro passámos para um cartão as ideias de todos, de acordo com o planeamento feito na sexta feira, depois colámos as nossas pedras. Percebemos, na execução, que não é fácil encaixar as peças (pedras) irregulares, que temos que procurar a melhor posição, tal como os calceteiros fazem.






Pedras

Os Macaquitos tinham como tarefa de fim de semana procurar pedras, mas esqueceram-se! Bem, nem todos, o Henrique lembrou-se.
De manhã fizemos uma primeira abordagem ao tema. O Henrique comunicou que só encontrou pedras brancas. Apalpámos, cheirámos... e descobrimos: "É duro", "Cheira a terra", "É frio".
Venham mais pedras para perceber as diferenças e outras coisas mais. Se estiver bom tempo amanhã vamos procurar nas redondezas da escola.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

A matemática que encontramos no chão

A propósito dos padrões a preto e branco, estamos a descobrir a matemática no mundo que nos rodeia.


Vimos este e outros filmes acessíveis na internet sobre calçada portuguesa. No fim do visionamento os Macaquitos confessaram que nunca tinham visto chão com desenhos! Ou se calhar viram e não repararam.
De que será feito o chão?
-É papel com tinta- Luisa
-Madeira - Henrique
-Pintaram o chão - Maria João
-É massa de farinha - Duarte
-São tijolos - Bruno

Fomos ver outros filmes de calceteiros acessíveis na internet e rapidamente chegámos à conclusão que se tratava de pedra de cores diferentes.
Foi então que a Ofélia fez uma proposta, fazer pedras de faz-de-conta com massa de farinha e inventar uma calçada.

Fazer a massa

Projetar o desenho da calçada. Cada quadradinho uma pedra.





Modelar as pedras de faz-de-conta


Foi um dia muito atarefado, mas muito desafiante. Tão desafiante que, na hora da videoconferência com os nossos amigos de outros jardins de infância, os Macaquitos estiveram pouco atentos, sempre com vontade de ir acabar o que tinham iniciado.

Segunda feira seremos calceteiros!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Preto e branco

Após as atividades que realizámos a propósito da Terra, da noite e do dia, surgiu a oportunidade para uma experiência artística e simultaneamente matemática.

" Embora o preto seja a ausência de cor e o branco a junção de todas elas, este tema é o ponto de partida para dimensões mais abrangentes. Com efeito, o preto e o branco podem ser pretextos para trabalhar o claro e o escuro, a noite e o dia, os contrastes e as alternâncias, os opostos, entre outros" (ME-DGIDC, 2010, p.19).

"Uma das razões que fundamentam o trabalho com padrões, logo desde o jardim-de-infância, é o facto deste ser considerado a essência da Matemática. Como afirma Devlin (2002) “A Matemática é a ciência dos padrões”. De facto, a procura de regularidades nos números e nas formas constitui o objectivo desta ciência"(ME-DGIDC, 2008, p.61).



A proposta feita às crianças foi que imaginassem e representassem um padrão, primeiro com tinta preta sobre papel branco, depois com tinta branca sobre papel preto.








segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A Terra II: um mobile

Entre muitas outras coisas que fizemos hoje, também iniciámos um mobile. Cada menino desenhou (alguns, os que quiseram), num circulo de um lado negro e de outro lado claro, a noite e o dia. Gostaram sobretudo da parte de desenhar com corretor. No céu à noite estão presentes as estrelas e Lua em todos os desenhos, no céu de dia estão presentes em todos os desenhos o Sol e as nuvens e nalguns pássaros e borboletas. Houve também quem não desenhasse apenas o céu e incluísse a linha da terra e a vegetação.



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

A Terra I

Início do projeto, num momento de conversa em grande grupo.
-O Sol quando chega à noite vai-se esconder.
-Hum, ai vai? O Sol mexe-se?
-Sim!
- Não me parece, vamos lá buscar o globo terrestre....
A Ofélia explicou que a Terra roda à volta do Sol, etc., etc.
Depois surgiu a primeira experiência para observar o "aparecimento" e "desaparecimento" do Sol. Marcámos alguns pontos no globo com autocolantes (Portugal onde vivemos, o Canadá onde vive o filho da Ofélia, o Brasil onde está a família da Luisa, a China onde vive o panda, a Austrália onde vivem os cangurus, a África do sul que fica na pontinha do continente)  e apontámos uma lanterna ao mesmo tempo que rodávamos o globo. A compreensão do fenómeno foi acontecendo.
- Se estiver sol em Portugal está de noite na China- Luisa
-E na ilha dos cangurus - Bruno
-Está pouco sol no Canadá- Maria
-Está sol no Brasil, é mais perto - Duarte
....
Ao observar o globo, foram surgindo os comentários  "é mais longe" e "mais perto" e a Ofélia lançou um desafio: 
- Qual destes locais no globo fica mais distante de Portugal? E qual é que fica mais próximo? Qual a viagem mais longa de avião? E qual a mais curta? (desconsiderando a realidade das rotas, claro).

Marcámos as distâncias com lãs coloridas
Passámos os fios para o papel e comparámos os tamanhos
Fizemos uma representação do globo e percebemos de outro modo as distâncias