Após as atividades que realizámos a propósito da Terra, da noite e do dia, surgiu a oportunidade para uma experiência artística e simultaneamente matemática.
" Embora o preto seja a ausência de cor e o branco a junção de todas elas, este tema é o ponto de partida para dimensões mais abrangentes. Com efeito, o preto e o branco podem ser pretextos para trabalhar o claro e o escuro, a noite e o dia, os contrastes e as alternâncias, os opostos, entre outros" (ME-DGIDC, 2010, p.19).
"Uma das razões que fundamentam o trabalho com padrões, logo desde o jardim-de-infância, é o facto deste ser considerado a essência da Matemática. Como afirma Devlin (2002) “A Matemática é a ciência dos padrões”. De facto, a procura de regularidades nos números e nas formas constitui o objectivo desta ciência"(ME-DGIDC, 2008, p.61).
A proposta feita às crianças foi que imaginassem e representassem um padrão, primeiro com tinta preta sobre papel branco, depois com tinta branca sobre papel preto.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
A Terra II: um mobile
Entre muitas outras coisas que fizemos hoje, também iniciámos um mobile. Cada menino desenhou (alguns, os que quiseram), num circulo de um lado negro e de outro lado claro, a noite e o dia. Gostaram sobretudo da parte de desenhar com corretor. No céu à noite estão presentes as estrelas e Lua em todos os desenhos, no céu de dia estão presentes em todos os desenhos o Sol e as nuvens e nalguns pássaros e borboletas. Houve também quem não desenhasse apenas o céu e incluísse a linha da terra e a vegetação.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
A Terra I
Início do projeto, num momento de conversa em grande grupo.
-O Sol quando chega à noite vai-se esconder.
-Hum, ai vai? O Sol mexe-se?
-Sim!
- Não me parece, vamos lá buscar o globo terrestre....
A Ofélia explicou que a Terra roda à volta do Sol, etc., etc.
Depois surgiu a primeira experiência para observar o "aparecimento" e "desaparecimento" do Sol. Marcámos alguns pontos no globo com autocolantes (Portugal onde vivemos, o Canadá onde vive o filho da Ofélia, o Brasil onde está a família da Luisa, a China onde vive o panda, a Austrália onde vivem os cangurus, a África do sul que fica na pontinha do continente) e apontámos uma lanterna ao mesmo tempo que rodávamos o globo. A compreensão do fenómeno foi acontecendo.
- Se estiver sol em Portugal está de noite na China- Luisa
-E na ilha dos cangurus - Bruno
-Está pouco sol no Canadá- Maria
-Está sol no Brasil, é mais perto - Duarte
....
Ao observar o globo, foram surgindo os comentários "é mais longe" e "mais perto" e a Ofélia lançou um desafio:
- Qual destes locais no globo fica mais distante de Portugal? E qual é que fica mais próximo? Qual a viagem mais longa de avião? E qual a mais curta? (desconsiderando a realidade das rotas, claro).
![]() |
| Marcámos as distâncias com lãs coloridas |
![]() |
| Passámos os fios para o papel e comparámos os tamanhos |
![]() |
| Fizemos uma representação do globo e percebemos de outro modo as distâncias |
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Personagens de papelão
E aqui estão eles, os personagens escolhidos pelos Macaquitos e "vestidos" a partir de um saco de papelão. No fim o desfile pelas ruas de Pereira, com os amigos das salas A e B e com pais e avós.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
Porque é que a guitarra de Coimbra "fala mais alto"?
Ouvimos gravações com a guitarra de Coimbra e com a guitarra de Lisboa. Descobrimos que a "voz" da guitarra de Coimbra parece mais forte, "fala mais alto"!
E porque será que "fala mais alto"? Fomos tentar descobrir percutindo duas garrafas de plástico de tamanho diferente. Agora já percebemos porque é que a guitarra de Coimbra tem uma caixa maior.
E porque será que "fala mais alto"? Fomos tentar descobrir percutindo duas garrafas de plástico de tamanho diferente. Agora já percebemos porque é que a guitarra de Coimbra tem uma caixa maior.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


























