terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

A menina das rosas

Quando fomos a Coimbra vimos a imagem de uma rainha nos vidros da Câmara Municipal. Hoje, a Margarida trouxe um livro: "A menina das rosas".  A Ofélia esteve a contar a história daquela rainha chamada Isabel, do rei Dinis e do filho Afonso.

O livro negro das cores

Hoje a professora bibliotecária Susana Branco veio fazer uma atividade em torno do livro "O livro negro das cores".
Explorámos ideias relacionadas com os 5 sentidos e percebemos como estes nos podem fazer falta. Há muitas coisas que não percebemos como as sabemos, pelo menos não o sabemos ainda nomear. Todos os dias aprendemos mais um bocadinho... 





Tecido de papelão

Este ano, os nossos fatos de carnaval respondem ao desafio de transformar papelão numa espécie de "tecido" . As crianças elegeram um personagem e agora temos que o criar através do fato.
Que fato estará o Rodrigo a fazer?

Parabéns Bruno!

O Bruno fez anos, 5! O mano, aluno do 1º CEB, foi à festa. Vantagens de uma Escola Básica Integrada com Jardim de Infância. A articulação faz-se naturalmente.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Quem não tem cão, caça com gato

É desejável que existam computadores nas salas de atividades. As tecnologias fazem parte da vida diária das crianças e as salas de atividades devem incluí-las de forma natural, tanto como recurso pedagógico e didático, como artefacto lúdico.
Infelizmente, a nossa sala continua sem computador. Hoje, aproveitando o facto de estarem muito poucos meninos, fomos até à sala de informática explorar um bocadinho. Não é a mesma coisa, mas como diz o ditado: "Quem não tem cão, caça com gato".




Arte

Quando as crianças começam a ter domínio das intenções de representação, isto acontece muitas vezes. Duas ou mais crianças chegam a acordo sobre o que fazer e surge a "mesma" pintura ou desenho. Neste caso acordaram também o uso de uma técnica que a Ofélia ensinou há bastante tempo: pintar sobre fita-cola.


A propósito da senhora de pedra

Como prometido hoje falámos da Tricana de Coimbra. A mulher do povo, coimbrã, que, entre outras coisas, carregava a água do rio Mondego. Uma figura que ficou conhecida, também pela importância que a estudantada (homens) lhe dava. 
E porque Coimbra não é apenas fado e tem outro tipo de canção popular, cá fica um exemplo que estivemos a ouvir hoje. 
Agora queríamos uma guitarra de Coimbra para ver ao vivo, mas a Ofélia ainda não conseguiu arranjar uma! Alguém tem?