terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Visita dos amigos do 1º ano

Hoje os meninos do 1º ano, muitos foram do nosso grupo o ano passado, vieram à nossa sala mostrar umas lenga-lengas.
OBRIGADA!!!!
Ficou combinado que vamos fazer um "teatro" para ir mostrar à sala deles.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Inverno. Qual é o melhor tecido?

Falámos do inverno ontem.
A Ofélia sugeriu inventar um painel sobre o assunto. No painel pensámos colocar várias coisas, entre as quais um boneco de neve e um menino.
Foi aí que surgiu um desafio, o contexto para uma experiência sobre materiais bons e maus condutores de energia.
O boneco de neve e o menino deveriam ter um cachecol! O primeiro, porque boneco de neve que se preze tem um cachecol e o segundo, porque no inverno um cachecol faz falta!
Então a Ofélia apresentou 2 tecidos diferentes, deixou que toda a gente mexesse e perguntou qual seria o melhor para fazer os cachecóis.

Feitas as previsões a Ofélia perguntou a razão da escolha dos tecidos.
A resposta foi a previsível: porque o tecido às riscas é frio e o boneco também, mantém o frio e não o deixa derreter; o tecido aos quadrados é quentinho e aquece o menino.

Experimentámos medir a temperatura de vários tecidos e concluímos que o número que o termómetro marcava era sempre igual! Mistério, não há uns mais quentes do que outros!
Fizemos então uma experiência. Embrulhámos 2 cubos de gelo (gelados como o boneco de neve) nos tecidos e esperámos até depois do almoço.
O tecido aos quadrados manteve o gelo, o cubo estava maior. Não se percebe na foto, mas toda a gente viu.

Hoje fizemos a mesma experiência com o calor. Embrulhámos 2 frascos com água quente e esperámos. Depois fomos verificar qual a água que estava mais quente. Concluímos que, mais uma vez, o tecido aos quadrados foi melhor para manter a temperatura.





E assim se vai aprendendo a questionar o que nos rodeia e a procurar explicações. Afinal é para isso que serve a ciência.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Brincar aos médicos e doentes

A Matilde está no hospital. Estamos com saudades dela. Hoje foi ao jardim de infância apenas a sua irmã gémea, a Mariana.
Estivemos a brincar aos médicos e doentes, para melhor "compreender" este momento menos bom da vida da Matilde. As melhoras!



Para mais tarde recordar

Quando hasteámos a Bandeira Eco-Escolas, o professor Luis Pancas fez um filme que colocou no canal Meo do Agrupamento. Mas como nem toda a gente tem acesso, aqui fica a versão do youtube, para mais tarde recordar.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Com a Confraria do Pastel de Tentúgal

Um projeto sobre doces conventuais das estagiárias do 1º CEB cá da escola. Vieram à escola: a Confraria do Pastel de Tentúgal e o Presidente da Junta de Freguesia de Pereira. A primeira falar do pastel, o segundo falar da maravilhosa queijada de Pereira. Doces conventuais de duas povoações à beira do rio Mondego, uma em frente à outra, em margens opostas e ambas no nosso concelho. E nós aproveitámos esta oportunidade para saber mais sobre a nossa terra.


segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Charlie?

Na conversa da manhã vieram à baila as notícias de fim-de-semana, um menino referiu tiros e mortos. Como explicar?
A Ofélia contou uma pequena história com recurso à expressão dramática. Não foi fácil.
Estavam alguns jornalistas a fazer desenhos e a escrever para fazer um jornal. 
Algumas pessoas achavam esse jornal feio e mau, não gostavam dos desenhos... Para elas, os jornalistas, com aqueles desenhos, estavam a chamar nomes ! Então decidiram atacar os jornalistas. Entraram dentro do jornal e mataram os jornalistas. Depois fugiram.
Muitas pessoas ficaram tristes por terem  matado jornalistas, só por eles fazerem desenhos que outras pessoas não gostavam. 

O ataque ao jornal

Jornalistas mortos

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Consequências do Natal

As festas abertas às famílias e comunidade têm consequências interessantes. Ontem, algumas crianças da sala B(Macaquitos) e da sala C (educadora Lurdes) pediram para se juntar e fazer um espetáculo. Assim foi.



Hoje outras crianças voltaram a pedir para se juntar. A dada altura uma disse:
-"Temos que apagar a luz e fechar as janelas".
- "E agora não se vê nada?!"- comentaram as educadoras.
Tínhamos que encontrar alguma fonte de luz, mas na sala não encontrávamos nada. O projetor seria óptimo, mas está fixo. Ao fim de muito procurar descobrimos o globo terrestre.
Em maré de teatros, é melhor encontrar uma fonte de luz, porque afinal essa é uma componente fundamental do espetáculo teatral e aquele menino sabia isso. Amanhã tratamos disso.