sexta-feira, 23 de maio de 2014

Conta-me um segredo

Fazemos muitas vezes um jogo,  conhecido por "corrente" ou "linha telefónica", que consiste em passar um segredo de ouvido em ouvido e perceber se chega ou não direito ao fim. É um jogo que exige memória auditiva de curto prazo, atenção e discriminação auditiva. Hoje juntámos um objeto ao jogo, um simples tubo de papel, o que trouxe novidade e, consequentemente, interesse acrescido à atividade.



Uma aula diferente pelo Professor Doutor Nicolau Vasconcelos Raposo

O Professor Doutor Nicolau Vasconcelos Raposo, professor aposentado da Universidade de Coimbra, mais conhecido entre os Batatinhas por "avô do Pedro Afonso", deu uma aula diferente daquelas a que está habituado. Quer dizer, contou uma história aos meninos: "A aventura dos lápis de cor" (obrigada Juca pelo teu trabalho).
Os meninos gostaram muito e o Pedro Afonso não cabia em si de contente. É muito bom quando os meninos sentem que os educadores lá de casa e os do Jardim de Infância se entendem e se preocupam com eles. O mundo torna-se um sítio seguro, bom para descobrir e para viver!





quinta-feira, 22 de maio de 2014

O que é isto?

Na mesa grande, logo de manhã, os meninos contaram as suas novidades, como fazem todos os dias. A Ofélia também contou, quer dizer mostrou a novidade dela.
A propósito daquela pergunta de segunda feira "como se produz o açúcar?". Lembram-se?
Os meninos tocaram, cheiraram e até provaram, mas não descobriram o que era. A Ofélia depois explicou, claro. Cana de açúcar!




terça-feira, 20 de maio de 2014

As canções também contam histórias

 Hoje os Batatinhas ouviram Zeca Afonso a contar/cantar uma história de Fernando Pessoa: "O combóio descente".



Depois falámos do significado de "descendente"...  Em seguida a Ofélia leu o texto e os meninos fizeram desenhos.
Ouvimos de novo a canção e já toda a gente sabia cantar o refrão!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Porque era dia de exames

Porque era dia de exames  ficámos mais tempo na sala e também não pudemos fazer muito barulho...
A Ofélia montou a tela móvel para projeção logo de manhã. Começámos por ver um filme muito engraçado a propósito dos efeitos daquelas comidas que tanto gostamos, mas que fazem mal.

Como acontece sempre que a tela está montada e a sala escurecida os Batatinhas pedem mais. Vimos e ouvimos a história da Maria Benguela e do Pascoal.
No fim da história surgiu uma questão a propósito do açúcar (branco como o Pascoal):
Ofélia - De onde vem o açúcar?
Meninos - Da fábrica!
Ofélia - E com que se faz, como se produz o açúcar na fábrica?
Meninos - Com as máquinas!
Ofélia - E o que se põe nas máquinas para produzir o açúcar?
Meninos -?????????? Não sabemos?!
Ofélia -Temos que investigar...
Francisco (muito pensativo) - Como se produzem as crianças? (textual)
Ofélia - Eu acho que não é numa fábrica. Tenho aqui outra história sobre isso...
Meninos - Conta!
La veio a projeção da história. Chegou a hora de almoço, a Ofélia quis parar, mas os meninos não deixaram, queriam saber qual o fim da história.
À tarde cada menino escolheu, de entre as 3 histórias, qual representar num desenho, pintura, colagem... Escolheram pintar sobre jornal e desenhar com lápis. A história mais escolhida para representar foi... "E se os animais selvagens comessem fast food".

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Com Paul Klee

Iniciámos mais uma viagem plástica com um pintor famoso no grupo dos Batatinhas. Desta feita com Paul Klee.
Começámos a viagem com o quadro do peixinho dourado. A propósito a Ofélia ensinou uma música do "Peixinho dourado".







Também já descobrimos algumas coisas sobre este pintor: que nasceu na Suíça, um país mais pequeno que Portugal (vimos no mapa) e também viveu na Alemanha que fica lá ao lado (a Ofélia ensinou algumas palavras nas línguas desses países); que nasceu há mais tempo que os nossos avós e por isso já morreu; que o pai era músico e a mãe cantora...
Depois vimos alguns quadros famosos do Paul Klee.
-Olha aquele parece aquele que tu mostraste do Miró! - disse uma menina.
- E aquele parece um do Cargaleiro!- disse outro menino.
E não é que havia elementos semelhantes nos quadros referidos?!
Vamos lá ver que caminhos ainda conseguimos percorrer com Paul Klee.